Foda-se

fevereiro 22, 2010

Isso tá parecendo auto-ajuda, mas Foda-se.


Fase importante

fevereiro 22, 2010

MUNDO DAS IDÉIAS

Cheguei numa fase importante na minha vida. Fase na qual se toma decisões. Decisões importantes e para toda a vida. Não que elas durarão exatamente toda a vida. Elas podem, inclusive, até dar errado, não ser bem o planejado, nos por em apuros! Mas agora, nesse exato momento, elas têm a força de um norte eterno.

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MUNDO REAL

Sim, é preciso apontar e dizer: por ali!

Enquanto isso não acontece fico olhando em volta, em volta, em volta sempre do mesmo ponto, ponto alto que me dê visão privilegiada mas, ainda assim, o mesmo ponto, cavando buraco fundo com os pés em volta enquanto o tempo passa e eu não passo desse ponto para uma tragetória. Eu costumava ser boa em geometria.


Diário

fevereiro 22, 2010

O bom mesmo dessa história de diário é que eu posso falar o que eu quiser, me contradizer, não preciso ter moral, posso liquidar ou reavivar o que me convir. Muarh!


Meu lado psicóloga

fevereiro 22, 2010

A galera do ego é meio medrosa. Dessas meio autistas. Vivem inventando fantasias nas quais são os protagonistas de esplendorosos triunfos. Mas nunca, de forma alguma, tentam implantar tais virtudes no meio social real. Talvez Platão tenha sido um desses. Se empenhou mais em explicar a metafísica da vida nas teorias MundoReal X MundoImaginário que vivê-la. Tem gente que pensa mais do que vive. Admito, sou meio filósofa.


Metas 2010

fevereiro 22, 2010

Escrever é uma coisa massa. Registrar os pensamentos passando mesmo que não se pense, efetivamente, em nada. Mas aí você vai e pensa na lua. No caminho que a luz dela faz no mar. Pensa no vento, no seu cabelo fazendo cócegas no rosto e vai pensando assim, descomprometidamente e relatando, também assim, descomprometidamente, e constatando que existe muita gente estranha no mundo como esse cara correndo, agora à noite, de moleton, óculos escuro e boné aqui na praia… eu sei que estou escrevendo meio sem lógica. Quase sen desenvolver uma linha de raciocínio e pá… mas é que continuo pensando no filme e naquela parte que o mocinho chega pra mocinha e diz: se você quer uma coisa, vá lá e pegue.

Meta 2010: se você quer uma coisa, vá lá e pegue.


São Longuinho, São Longuinho

fevereiro 22, 2010

Eu quero algumas coisas. Algumas coisas simples: conhecer o mundo, um grande amor, paz interior, essas coisas, sabe?

3 pulinhos garantidos por desejo atendido.


fevereiro 22, 2010

Eu não acredito em deus. Mas tenho várias outras crendices bestas e umas manias estranhas, sabe?


COLHER DE SOPA roubada

fevereiro 19, 2010

I had always heard your entire life flashes in front of your eyes the second before you die. First of all, that second isn’t a second at all. It stretches on forever, like an ocean of time. For me, it was lying on my back at Boy Scout camp, watching falling stars. And yellow leaves from the maple trees that lined our street. Or my grandmother’s hands and the way her skin seemed like paper. And the first time I saw my cousin Tony’s brand-new Firebird. And Janie. And Janie. And Carolyn. I guess I could be pretty pissed off about what happend to me, but it’s hard to stay mad when there’s so much beauty in the world. Sometimes I feel like I’m seeing it all at once and it’s too much. My heart fills up like a balloon that’s about to burst. And than I remember to relax. And stop trying to hold on to it. And then it flows through me like rain, and I can’t feel anything but gratitude for every single moment of my stupid little life.

You have no idea what I’m talking about, I’m sure. But don’t worry. You will someday.

Trecho final do filme American Beauty


Oui

fevereiro 18, 2010

Meu diário está virando caderno de francês. No meu projeto poliglota, finalmente alcancei a quarta língua, mercí. Gracias, thank you, obrigada.

Estou na quinta aula e já sei me apresentar, contar de 1 a 1000, dizer meu número de celular, uns poucos objetos, que o verbo ter é avoir, ser être, e vou levando comme ci comme ça.

Mas ai aconteceu que do meu diário, de onde tiro as trivialidades publicadas neste blog, tive que roubar umas muitas linhas. Algumas páginas, diria.


SEGUNDA COLHER DE SOPA

fevereiro 18, 2010

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NAS COLHERES DE SOPA NÃO HAVERÁ IMAGENS, pois as letras por si mesmas, já esticarão demais as linhas. Eu costumava escrever sempre em colher de sopa, até que um dia engasguei e, por covardia, adotei a colher de chá por uns tempos – ok, meses. E todo mundo elogiou o novo formato: reduzidinho. As trivialidades das minhas superficialidades. O bacana do meu básico, do café, da fila do banco, do meu quarto. Mas poço fundo e pouca água não combinam. Por isso o retorno, de pouco em pouco, às ladainhas em colheres de sopa, que afoga letras e dispensa alegorias.

As colheres de chá, em doses não regulares, ocuparão os intervalos entre um suspiro e outro. É que as colheres de sopa, elas sempre começam com uma boa camada líquida derramada dos olhos.

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